sábado, 12 de fevereiro de 2011

Aborto: A cultura da morte e psicopatia social

Entre a corja dos revolucionários existem os chamados abortistas. Eles sempre acham que matar é um direito humano da mulher. O direito à vida fica em segundo plano, ficando a mercê dos caprichos estéticos e financeiros de vagabundas que só querem trepar e não querem ter responsabilidades de seus atos. Ter o poder entre a vida e a morte de alguém é a própria definição de tirania e numa situação dessas não faz sentido algum discutir direitos. Falam tanto em saúde pública, mas não falam nada sobre as nefastas conseqüências pós-aborto, que por sinal são completamente inversas ao verdadeiro significado de saúde. TODA mulher fica com um pesado sentimento de culpa depois de realizar o aborto, não importa o tempo da gravidez. A única maneira de uma mulher não guardar o sentimento de culpa depois de matar o futuro filho é vivendo na negação dos valores morais elementares, destruindo assim a própria consciência, e desse modo se transformando numa pessoa monstruosa, neurótica, com traços de psicopatia. Característica comum em feministas e militantes abortistas. Se observarem bem, todos os argumentos pró aborto caem em contra senso, todos cometem erros lógicos primários. Isso ocorre porque o raciocínio deles é completamente defeituoso e que no fundo tem o único propósito de satisfazer desejos psicopatas retidos. A luta veemente desses iníquos pela legalização do aborto não tem nada a ver com os direitos da mulher, qualidade de vida ou qualquer linha do discurso padrão utilizado por eles. Na verdade, eles não tão nem aí para essas questões. O que ocorre é que a legalização do aborto vai criar uma atmosfera favorável à satisfação dos desejos psicopatas que todo abortista guarda. Egocêntricos como são, com o aborto legalizado, os abortistas não se preocuparão mais em sentir seu prazer de matar sendo reprimido pela lei e é isso o que importa para eles. Vale lembrar que o aborto é manifestação máxima do ódio pela maternidade que toda feminista sente, sendo assim, a legalização também criaria a certeza de onipotência almejada pelo histerismo feminista. Afinal, se as mulheres podem matar, por que não poderão cometer outros crimes? O aborto também é um passo gigantesco para a tão sonhada e absurda descriminalização total das mulheres. Além disso, é inegável que a pratica do aborto possuí todas as características de rituais satânicos, despedaçar uma criança inocente, nascida ou não, nada mais é do que um processo ritualístico de magia negra. Existem muitos casos no Brasil de crianças que foram vitimas de tais rituais. Sendo assim, o aborto também é uma maneira de implantar na alma da sociedade a doutrina satânica, pois não existe maneira de construir estabelecimentos onde ocorrem infanticídios dessa natureza diariamente sem que isso cause impacto no lado espiritual e psicológico da população. Tente imaginar uma clinica de planejamento familiar na frente da sua casa com mulheres visivelmente grávidas entrando nesse lugar. Se você é uma pessoa normal, tenho certeza que sua mente vai criar imagens terríveis de morte e destruição no seu pensamento no qual você jamais terá vontade de relembrar. Agora, imagine se por motivos de força maior você for obrigado a se acostumar com esses pensamentos o que ocorrerá? Se você responder “nada” se considere um sociopata. Pois uma pessoa normal terá dificuldades de conviver com tal realidade e forçadamente se sentirá obrigada a mudar muito de personalidade, nisso consistirá em abandonar sentimentos e valores nobres, e substituí-los por indiferença e inversão moral como defesa contra um grande sentimento de impotência perante tantas mortes injustas. Logo, como estou falando a nível social, gradualmente a população começará a perder a esperança de ajudar o próximo ou ver uma possibilidade de alegria em outra pessoa, tratando umas as outras como meros objetos e assim a população começará a procurar no materialismo doentio, no hedonismo ou em status sociais as únicas formas de se sentirem realizadas. Esse sintoma já contaminou grande parte da população e quando se perde a noção de valores, o senso de justiça e a distinção de certo e errado nenhuma felicidade é possível. Sendo assim, o niilismo ateu e a perda da dignidade humana será a marca do que dizem ser a “cultura moderna”. A imagem e semelhança do movimento abortista.